quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Baterias nucleares miniaturizadas superam baterias de lítio

Enquanto os especialistas em energia tentam convencer os políticos - e o público - de que as usinas nucleares são seguras e representam a melhor opção para atender às futuras demandas mundiais de energia, o professor Jae Kwon, da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos, é bem mais confiante.
Kwon está desenvolvendo baterias nucleares, pequenos dispositivos que, segundo o pesquisador, serão menores, mais leves e mais eficientes do que as baterias recarregáveis de lítio.
Densidade nuclear
As baterias não são apenas elementos essenciais para a imensa maioria dos equipamentos eletrônicos atuais. Elas também são vistas como a saída para a viabilização de novas tecnologias de energia limpa, como a energia eólica e a energia solar, armazenando a energia para uso à noite e nos períodos de pouco vento.
É por isto que pesquisadores do mundo todo estão trabalhando para construir novas baterias, menores e com maior capacidade.

"Para fornecer energia suficiente, nós precisamos de técnicas com maior densidade de energia," diz Kwon. "A bateria de radioisótopos pode oferecer uma densidade de energia seis vezes maior do que as baterias químicas."


Fonte: Inovações tecnológicas

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

AMAZÔNIA

O fator humano

A maior floresta tropical do planeta abriga 6% de todas as espécies conhecidas de plantas e animais. Em dua décadas, a ocupação desordenada resultou na derrubada de um território maior que o da Alemanha.

Só nos pultimos doze meses, devastou-se uma área quase do tamanho do Distrito Federal.

Moram na Amazônia 25 milhões de pessoas, a grande maioria em áreas urbanas.É dessa gente que depende o futuro da maior floresta tropical do planeta.

Fonte:Veja Especial Amazônia, set/2009

Silene

Divulgação de evento

Planeta no parque


De 10 a 19 de outubro, o movimento Planeta Sustentável realiza atividades que mesclam cultura, informação e entretenimento para todas as idades no Parque do Ibirapuera, em São Paulo



Este ano, as atividades culturais e educativas estão voltadas para a conscientização das pessoas sobre a importância da sustentabilidade no cotidiano das grandes cidades. Em três diferentes passeios, com duração de aproximadamente uma hora, o visitante é estimulado a refletir sobre “Cidadania e Coexistência”, “Consumo” e “Mobilidade”. Cada circuito começa em uma base, onde o público encontra cartografias, revistas e outros materiais que instigam a reflexão que será desenvolvida ao longo do caminho. Os trechos são recheados de placas informativas com dados que incentivam a troca de idéias entre os participantes e os educadores que orientam o trajeto. Intervenções artísticas, jogos e brincadeiras também fazem parte do passeio. O final de cada caminhada garante a entrega de um paper-toy diferente e que tem tudo a ver com o tema. No percurso sobre “Cidadania e Coexistência”, a idéia é mostrar aos participantes que as atitudes de cada indivíduo geram impactos que afetam toda a sociedade e que todos temos um grande poder de mobilização para o bem coletivo. Conceitos de cidadania, voluntariado, respeito às diferenças, colaboração e cuidado com os animais, entre outros, fazem parte do aprendizado de quem cumprir esse circuito.

Já no passeio “Consumo”, os visitantes vão falar sobre consumo consciente, a importância de se conhecer toda a cadeia produtiva das mercadorias que compramos, a necessidade de se Reduzir, Reutilizar e Reciclar, além de preservar a água, optar por fontes renováveis de energia, diminuir as emissões de CO2 e não desperdiçar alimentos. Para quem percorrer o caminho “Mobilidade”, a proposta será discutir que tipo de transporte é mais adequado para o bem do planeta, falar sobre a importância dos investimentos em transporte público, conhecer a alternativa da carona solidária, pensar na acessibilidade dos cidadãos ao espaço urbano e saber mais sobre os riscos da poluição à saúde. Quem passar pelo Ibirapuera nestes dez dias de Planeta no Parque, também pode participar de oficinas como: - agricultura urbana- cultivo de horta na cidade; - bicharada – confecções de bichos com jornal; - compostagem – preparo ecológico do solo para plantio; - criação de livro; - sucata sonora – criação de instrumentos musicais com sucata; - terráreo – vivência educativa a partir de observação do ciclo da água; - brincando com o equilíbrio – construção de móbiles com sutaca; - brinquedos em pet A criançada ainda pode assistir a peças de teatro e ouvir historinhas educativas com temas socioambientais.
A organização do evento contou com o talento dos artistas e arquitetos do Bijari e dos profissionais da Política do Impossível, especializados em projetos de educação e produção coletiva de arte. No ano passado, o evento atraiu mais de 900 mil pessoas.

Fonte: WWW.PLANETASUSTENTÁVEL.COM.BR